Conto de amor nublado que se aproveita
Cega a sega, colheita, ponto e rim.
Sim, que já não há razão
Não, que já não tem paixão
O rio quer correr, me desajeita
Seguro sem a menor segurança as patinhas de uma borboleta
E me deixo estar
Rio com vontades de mar
E a borboleta canta uma música aê.
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