Pra começar, não precisa ser bonito. Vai estar aqui, somente, impresso nessa virtualidade dependente de satélites tão longe de mim que já me dá até preguiça...
Mas inicio mesmo aqui meu carretel de palavras desalinhadas, costuradas, recortadas, coladas nesse papel de vidro, a mostrar-me-te em poesias que ainda não existem, mas resistem.
Isso tudo faz parte daqueles rompantes de vontades de coisas diferentes que dá no fim do ano. Parar de fumar. Ter e conservar um blog. Escrevendo. Ter voz. Inaudita. Criar um hábito outro, criativo e improducente. É pra isso, então que retomo o recomeço. De novo e mais uma vez. Falhar mais.
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